- Em um crime comum, como se defende o acusado? Chamam-se testemunhas para provar-lhe a inocência. Mas a bruxaria é ipso facto, por natureza, um crime invisível, não é? Portanto, quem pode testemunhá-lo? A bruxa e a vítima. Ninguém mais. Não podemos esperar que a bruxa acuse a se mesma, certo? Então, temos de confiar nas vítimas – e elas testemunham, as crianças certamente testemunham. Quanto às bruxas, ninguém negará que estamos ávidos por suas confissões. Então, o que pode trazer um advogado? Acho que fui claro. Ou não? (Miller, 1984: 90)
(...)o pecado de Abigail é de natureza oral, bebendo o sangue de Goody Proctor, assim como Eva comeu uma lasciva maçã vermelha.
(...)a narrativa faz sucesso mais de trezentos anos depois, dada a descrição exímia da natureza, opondo em um conflito insolúvel o querer e o proibir.
The Crucible (As bruxas de Salem) possivelmente será a peça escolhida pelo grupo de teatro do qual participo!
Nestes últimos dias de pesquisa, creio que tenha me identificado muito com a personagem Abgail! e sei bem o por quê...
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